Avaliação inicial
Análise da história clínica, avaliação do edema ou condição linfática e definição dos objetivos terapêuticos.
"Leveza e bem-estar de dentro para fora."
Não. Embora seja uma técnica suave e relaxante, a drenagem linfática manual tem técnica e objetivos muito específicos — pressão mínima, movimentos lentos e rítmicos numa direção precisa para estimular o sistema linfático. É clinicamente diferente de uma massagem convencional.
Depende do objetivo. Para fins de bem-estar, 1 a 2 sessões semanais são habituais. Para linfedema ou edemas pós-cirúrgicos, o tratamento intensivo pode começar com sessões em dias consecutivos, reduzindo progressivamente a frequência.
A pressoterapia é um equipamento que aplica compressão pneumática intermitente nos membros, potenciando o retorno linfático e venoso. Pode ser utilizada como complemento à drenagem manual — especialmente em tratamentos intensivos de linfedema ou edemas crónicos.
Sim. É amplamente utilizada na recuperação pós-cirúrgica — mastectomia, lipoaspiração, cirurgias ortopédicas e ginecológicas — para reduzir o edema, acelerar a cicatrização e prevenir fibroses e aderências.
Sim. A drenagem linfática não é recomendada em casos de infeção ativa, trombose venosa profunda não tratada, insuficiência cardíaca descompensada ou tumores malignos ativos sem indicação médica. O terapeuta avalia sempre estas condições antes de iniciar.
Sim, com as devidas precauções. É segura a partir do 2.º trimestre para alívio de edemas nas pernas e no corpo, devendo ser realizada por profissional com experiência nesta área.
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