Avaliação inicial
Análise da história clínica, exame físico detalhado e definição conjunta de objetivos terapêuticos realistas.
"Movimento, qualidade e função."
Não. Em Portugal pode aceder a consultas de fisioterapia sem receita ou referenciação médica.
Depende da natureza e duração da queixa. Lesões agudas podem resolver em 4 a 8 sessões; condições crónicas ou pós-cirúrgicas exigem acompanhamento mais prolongado. Na primeira consulta, o fisioterapeuta dará uma estimativa realista porque cada caso é um caso.
Sim. Revisões Cochrane e guidelines internacionais suportam a fisioterapia — em particular o exercício terapêutico — como intervenção de primeira linha para dor musculoesquelética crónica, com resultados superiores aos de abordagens passivas isoladas.
Sim. A fisioterapia neurológica adapta a sua intervenção consoante a condição seja aguda ou crónica. Nas situações agudas, como após um AVC, o foco está na reabilitação e recuperação da funcionalidade. Nas doenças neurológicas crónicas, como a Doença de Parkinson ou a Esclerose Múltipla, o objetivo passa por manter a autonomia, controlar sintomas e preservar a qualidade de vida através de estratégias e exercício terapêutico adequados.
O tratamento não deve ser doloroso. Algumas técnicas podem causar sensações de pressão ou ligeiro desconforto, normais e passageiras. O feedback do doente é sempre valorizado para adaptar a intervenção.
A fisioterapia foca-se na reabilitação de lesões e no exercício terapêutico. A osteopatia tem uma abordagem mais global, trabalhando restrições de mobilidade sistémicas. Na OsteoParque, as duas abordagens trabalham em conjunto — o que permite resultados mais completos e duradouros.
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