Avaliação global
Recolha da história ginecológica, obstétrica e de saúde geral, com total respeito pela privacidade e conforto da doente.
"Ao lado da mulher em cada fase da vida."
Sim. A osteopatia gestacional é segura em todos os trimestres quando realizada por (um/a) profissional com formação específica. As técnicas são suaves e adaptadas. Casos de risco obstétrico elevado são sempre coordenados com o médico assistente.
A maioria das técnicas é recomendada a partir das 12 semanas de gestação, embora intervenções mais suaves possam ser realizadas antes. Muitas mulheres iniciam logo após a confirmação da gravidez para prevenção de desconfortos.
Sim. A mobilidade da pelve, o equilíbrio das estruturas pélvicas e o espaço intrauterino disponível são fatores que influenciam o trabalho de parto. A osteopatia contribui para otimizar estas condições ao longo da gestação.
Sim. A dismenorreia pode ter um componente mecânico e tensional. Restrições pélvicas, posturais ou viscerais podem contribuir para a intensidade das dores menstruais — e a osteopatia trabalha diretamente sobre essas restrições.
Completamente. A osteopatia ginecológica não substitui a ginecologia — trabalha em complementaridade. Não inclui exames ginecológicos. O foco é o tratamento manual das estruturas musculoesqueléticas e viscerais que influenciam a saúde pélvica da mulher.
Sim. A osteopatia visceral atua sobre a mobilidade dos órgãos abdominais — útero, ovários, intestinos — aliviando aderências, disfunções funcionais e desequilíbrios neurovegetativos associados. É uma das áreas mais específicas desta especialidade.
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